Revisão 7º Ano

Roteiro de estudo para Prova 3º Trimestre


7º Ano A e B

Capítulo 13: Colonização Espanhola

No século XVI, esse processo de mudanças econômicas e sociais consolidou-se entre os Estados europeus. Eles passaram a valorizar o acúmulo de riquezas, que era medido pela quantidade de metais preciosos. Esse princípio foi chamado de METALISMO.
Mercantilismo: Conjunto de medidas econômicas adotadas por alguns reis europeus para aumentar as riquezas dos seus países nos séculos XVI e XVII. (Busca por produtos em outros países).
El Dourado: Os colonizadores espanhóis consideravam a conquista e a colonização da América, meios de obter riqueza rápida. Com esse objetivo os conquistadores espanhóis se dedicaram à busca de metais preciosos na América. Alguns deles acreditavam em uma lenda segundo a qual haveria um reino no meio da floresta Amazônica onde tudo era coberto de ouro. Esse suposto reino ficou conhecido como EL DOURADO.
Os colonizadores vinham a América a serviço de Deus e do Rei.
Estrutura Colonial – Organização Administrativa: O território da América ficou divida em várias unidades com administração própria (VICE-REINADOS e CAPITANIAS GERAIS). Mapa pág. 184
Cabildos: Câmaras municipais
Monopólio comercial: comerciantes espanhóis tinham o direito exclusivo de comprar produtos da América e de vender produtos europeus a seus habitantes.
Mita: trabalho forçado por um tempo em troca de alimentação, moradia e vestimenta (trabalhavam na mineração de ouro e prata) – índios.
Encomienda: trabalho agrícola comandada pelo encomiendero. Também convertia-os ao catolicismo.
Grande resistência indígena.
Catequização forçada.
Sociedade Colonial: Alto Clero, funcionários do rei e os cobradores de impostos (pessoas nascidas na Espanha – Chapetones – cargo principal; criollos descendentes de espanhóis nascido na América controlavam minas de ouro e prata); trabalhadores indígenas.
Festas e Vestimentas: Desfilavam e realizavam festas na praça principal, próximo a igreja.

Capítulo 14: Colonização Portuguesa


Concentração portuguesa no litoral, criando FEITORIAS – armazenavam o pau-brasil.
Exploração da Madeira era feita com trabalhos indígenas.
Entre 1500 e 1530 poucas pessoas na América, preferiam fazer comércio com o Oriente.
A partir de 1530 aumenta o interesse pelo Brasil. Expedições em direção ao continente, objetivo: colonização (busca por produtos).
Martim Afonso em 1532 fundou a vila de SÃO VICENTE.
A coroa portuguesa não tinha condições de financiar sozinha a ocupação do território, por isso, em 1534 dividiu as terras em 15 CAPITANIAS HEREDITÁRIAS (comandadas por pessoas da confiança do rei – chamadas DONATÁRIOS). Os donatários distribuíam terras aos colonos, essas terras eram chamadas de SESMARIAS.
O açúcar foi o produto escolhido para a Exploração e a Colonização, devido ao clima e o solo adequados, entre outros.
A produção se concentrava no nordeste – proximidade com a Europa.
Monopólio do açúcar – comércio somente com Portugal.
Desenvolvimento do território somente nas Capitanias de São Vicente e Pernambuco.
Para organizar melhor a colonização a Coroa portuguesa cria em 1548 o GOVERNO-GERAL (garantir a posse das terras e o recebimento de impostos).
HIERARQUIA DE PODER: Governo-geral, subordinados a eles tínhamos: OUVIDOR-MOR (administrava a justiça); CAPITÃO-MOR (responsável pela vigilância); e o PROVEDO-MOR (arrecadação de impostos).
Tomé de Souza: 1º Governador-Geral – ele organizou a construção da cidade de Salvador na Capitania da Bahia que foi transformada em Capitania Real.
Os primeiros jesuítas chegaram com Tomé de Souza, realizaram a catequização, formando aldeamentos. Ficou estabelecido como língua-geral o TUPI.
Houve grande resistência indígena.
Membros da Igreja controlavam a região. Pessoas consideradas heréticas pela Igreja Católica eram acusadas e condenadas.
SOCIEDADE AÇUCAREIRA
Só podiam ser escravos os índios resgatados das mãos de outros índios. Os colonizadores incentivavam a guerra entre os índios para poder escravizá-los.
Milhares de índios foram aprisionados e levados para os engenhos de açúcar em São Vicente e no Nordeste.
Século XVI o índio passa a ser substituído por Africanos. ESCRAVIZAÇÃO: BASE DA COLONIZAÇÃO.
Engenho: Oficinas, estrebarias, capela, casa-grande e senzala, além da plantação de cana.
Produção do Açúcar: 1º Moenda, 2º Caldeira, casa de purgar.
Diferenças Sociais: Senhor de Engenho “Chefe”, o patriarca, por isso ficou conhecido como sistema Patriarcal.
HOMENS LIVRES E PODEROSOS: Comerciantes, o Mestre do Açúcar e os Purgadores (feitor).
Resistência dos Escravos africanos. Alguns preferiam a morte à escravidão.
A formação de Quilombos também era uma resistência (PALMARES no Nordeste foi um deles, com 20 mil pessoas).
Ocupação Holandesa em Pernambuco – MAURÍCIO DE NASSAU.

Prof. DEIVID F SILVA

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